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Um rápido bate papo com o técnico do Remo, Rafael Jaques

Treinador abre espaço e comenta sobre o seu novo desafio no Leão

De poucas palavras, trabalhador e com muita vontade de acertar no Remo, o técnico Remista, Rafael Jaques, abriu uma exceção (2º sua assessora) para responder algumas perguntas ao site CFC-Futebol.

CFC – Nesses dias de trabalho no Remo, sentiu alguma diferença em relação ao São José, seu último clube, em termos de estrutura e pressão do torcedor?

RJ – Diferença de um clube com torcida que conversa com a gente constantemente. As estruturas são semelhantes.

CFC – Remo, desde 1995 não disputa uma série A, chegou a ficar sem série por alguns anos, patinou na série D, subiu em 2015 pra C e desde que subiu, sequer consegue passar da 1ª fase. O que fazer de diferente pra que o Remo consiga conquistar o acesso?

Rafael Jaques em amistoso contra o Castanhal – Foto: Samara Miranda.

RJ – Vamos trabalhar pra ajudar o clube a mudar essa realidade, trabalho honesto e ciente do caminho a seguir.

CFC – Costumo falar que os dirigentes daqui(de um modo geral) ao contratarem um técnico e falar sobre os objetivos do clube na temporada, querem ganhar tudo…Copa Verde, Subir pra B, Campeão Paraense e boa participação na Copa do Brasil… Pergunto a você: Qual o objetivo real do Remo em 2020 pelo elenco que você tem em mãos?

RJ – Penso sempre jogo a jogo, cada jogo como uma decisão. O resultado final será a consequência da forma como encaramos jogo a jogo.

CFC – Remo tem uma torcida que apoia muito o time, mas também cobra demais. Ultimamente passaram pelo Remo alguns bons jogadores vindo do Ypiranga/RS e que sentiram muito a pressão e pouco renderam. Hoje, alguns jogadores vieram tb de clubes médios do Rio grande do Sul e alguns torcedores já temem acontecer a mesma coisa. Como você analisa essa situação?

RJ – Procuramos trazer jogadores que vejam no clube a grande oportunidade de subir na carreira, assim como o clube quer subir também.

CFC – Por aqui se diz que a base do Remo não existe(não tem estrutura pra formar jogadores) e eu concordo. Falo sempre que os poucos que deram certo, foram os diferenciados. ultimamente, os clubes médios daqui formam suas equipes pra série D com a nata do futebol local, mas não chegam sequer na fase do acesso. Como você lida com a situação dos jogadores da base e jogadores locais no time Remista, sabendo que você será cobrado a cada jogo pelo torcedor?

RJ – Bons jogadores temos em todos os estados e aqui não é diferente. Até agora alguns vem se destacando na pré temporada e estão participando dos jogos.

CFC agradece a Rafaela Meditsch – Assessora do Rafael Jaques.

Fonte: cfcfutebol.com.br